Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas.




Você não sabe o quão difícil é tentar te esquecer. Esquecer tudo o que vivi contigo, e tudo o que sonhei que iria viver. Esquecer todos os telefonemas, todas as mensagens trocadas, as declarações, os planos, e as promessas… Ah… As promessas… Promessas aquelas que pelo visto não valeram nada pra você, pois o “para sempre” que você me jurou, se acabou, não é mesmo? Não sei se foi por falta de descuido meu, falta de descuido nosso, ou até mesmo por falta de amor. Talvez tenha sido por tudo isso junto, ou por nada, pois acho que o que nós vivemos, não significou nada de verdade. Por isso, não sei se posso chamar o que a gente teve de relacionamento, paixão, ou de qualquer outra rotulação que tenha por aí, só para nomear aquilo que nós vivemos. Aliás, não sei nem se ao menos o que vivemos, significou algo para você, ou também, se eu não passei apenas de mais uma mera experiência para o seu currículo amoroso. Mas saiba, que não me arrependo, se foi algo passageiro, momentâneo, ou qualquer outra coisa irrelevante, o importante é que foi bom enquanto tudo durou. E isso me fez aprender, sabe… Aprender várias coisas… Aprender que é preciso você cair, levantar, e ser forte, mesmo quando é impossível. E até mesmo me fez perceber que amar de verdade eu ainda não amei, pois um amor verdadeiro não faz você sofrer, se machucar, igual aconteceu comigo. Aliás, um amor de verdade é indescritível, apenas aqueles que já amaram é que podem me dizer o quão surreal deve ser amar e ser correspondido com a certeza que dessa vez sim, tudo irá durar “para sempre”. Só que agora, como eu já disse, o meu foco é conseguir te esquecer, por mais que doa e demore, porque ao contrário de você, eu me importei, importei com nossa relação, me importei demais, esse foi um dos problemas. E pode ter certeza que as cicatrizes que você deixou em mim ficarão aqui, sempre. Mas quem sabe com o tempo elas se apagam, assim, como eu quero apagar você de mim.

Elisa Valente, h-elpless (via h-elpless)
2:43 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink




(Source: cait-sidhe)

2:40 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink




letthemfly:

winteroverture:

We are a sexy couple!

i love us :)

3:46 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink




3:18 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink




palavrasfrias:

Não é certo esperar certas atitudes de algumas pessoas. Atitudes que a gente tomaria se estivesse no lugar delas. Atitudes que a gente espera serem tomadas sem a gente dizer nada, nem pedir, nem comentar nada de um assunto que não é muito agradável. Não é certo, também, ficar se lamentado e esperando essas mudanças nas outras pessoas. Cada um tem uma maneira diferente de encarar as situações. Mas eu, ultimamente, estou achando melhor não encarar mais nada. Tudo que eu tenho feito é ignorar algumas coisas, fingir que não tem nada acontecendo, e enganar a mim mesmo. Ler algumas coisas e fingir que não tem nada te incomodando ali. Ver tudo acontecendo bem na sua frente, fazendo expressão de desgosto, mas depois ensaiar um sorriso e dizer ‘não é nada’ quando me perguntam qual o problema. Acho que o problema na verdade sou eu. Eu espero demais das pessoas. Eu me entrego demais, e por esperar que façam o mesmo comigo, eu sempre quebro a cara. Eu me magoo. Eu me chateio. Mas eu nunca aprendo. Eu nunca aprendo. (Palavras ◆ Frias)

palavrasfrias:

Não é certo esperar certas atitudes de algumas pessoas. Atitudes que a gente tomaria se estivesse no lugar delas. Atitudes que a gente espera serem tomadas sem a gente dizer nada, nem pedir, nem comentar nada de um assunto que não é muito agradável. Não é certo, também, ficar se lamentado e esperando essas mudanças nas outras pessoas. Cada um tem uma maneira diferente de encarar as situações. Mas eu, ultimamente, estou achando melhor não encarar mais nada. Tudo que eu tenho feito é ignorar algumas coisas, fingir que não tem nada acontecendo, e enganar a mim mesmo. Ler algumas coisas e fingir que não tem nada te incomodando ali. Ver tudo acontecendo bem na sua frente, fazendo expressão de desgosto, mas depois ensaiar um sorriso e dizer ‘não é nada’ quando me perguntam qual o problema. Acho que o problema na verdade sou eu. Eu espero demais das pessoas. Eu me entrego demais, e por esperar que façam o mesmo comigo, eu sempre quebro a cara. Eu me magoo. Eu me chateio. Mas eu nunca aprendo. Eu nunca aprendo. (Palavras ◆ Frias)

3:10 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink




Se queria me perder, saiba que deu perfeitamente certo.

2:58 pm, by sorrowsarelooking
permalink




9:38 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink





Então, construimos uma casa de palha. Uma casa bem simples. Bem pequena e aconchegante. Onde só coubesse nós. Onde coubesse o nosso amor, o nosso carinho e toda nossa história. Mesmo, que seja de um tamanho tridimensional. Então, criamos essa casa, num lugar deserto. Sem nada. Sem ninguém. Sem barulhos, apenas um silêncio, apenas o barulho das nossas risadas. E bem, mas bem afastada de todas as outras pessoas. Um lugar só nosso. Sem ninguém pra chegar e incomodar. Sem ninguém pra chegar e bagunçar nossa bagunça organizada. Criamos então, essa casinha. Onde viveriamos. Onde iriamos rir. Onde iriamos sorrir. Conversar, e planejar planos tão bobos quanto nós mesmos. Onde poderiamos fazer um desses programinhas um tanto clichês, como deitar no nosso tapete de camurça na frente de uma lareira quentinha, engordando em frente dela. Criamos então essa casa. Tão pequena. Tão simples. Que era exatamente dum tamanho pra caber a gente direitinho. Mesmo que tivessemos que ficar agarradinhos pra não sair trombando nos móveis - até por que, o que mais queriamos, era ficar deitados na cama, com os cobertores bagunçados. Abraçados. Agarrados. Juntos. Então, prometemos a nós mesmos, que aquela casa, que aquele lugar seria nosso pra sempre. Mesmo, que essa bobagem de felizes para sempre não exista. A gente acredita, não nele, mas em nós. Mesmo que a gente brigasse a cada instante juntos. Mesmo que alguns dos nossos jantares, fomos comer emburrados um com o outro, e ficassemos o tempo inteiro em silêncio. Mesmo que a gente batesse a porta do quarto bem forte um na cara do outro, gritando e quase implorando para que fosse embora - mesmo que a voz mais forte era a de dentro, que gritava mais alto ainda pra que você não escutasse essas bobagens temporanêas que de vez em quando a gente fala. Nós pernaneciamos, mesmo com todos os erros. Com todos os escândalos e tropeços. No final, a gente sempre calava um a boca do outro com um beijo no fim da noite e terminavámos ela na cama. Mesmo, que a gente errasse tanto com nós dois, a gente as vezes acertávamos. As vezes, eu sabia exatamente o que se passava na sua cabeça, e o que você queria dizer com seu olhar tão misterioso e marcante. As vezes a gente parecia um desses casais novinhos, que acabaram de começar essa aventura de amar. Cheios de carinho. De elogios. De beijinhos e de frases clichês. Aliás, entre nós era sempre tudo perfeito. Nada se repetia. Todo dia eu descobria uma parte nova de você. A gente descobria novas coisas pra fazer naquela aconhegante e silenciosa e barulhenta casa. Nós, obviamente saímos. Eu sempre ficava, 1 hora no espelho escolhendo a roupa certa, a maquiagem certa, enquanto você, em 10 minutos, ficava lindo só com sua regata branca e sua jeans toda marrotada. Eu sempre tentava ser melhor pra você. Ser mais bonita. Mais atenciosa. Carinhosa, mas você, de um jeito simples sempre conseguia ser proeminente. Enquanto eu, sempre precisava de um apoio só pra me sentir mais perpicaz. Mas os nosso passeios era incrível. Nosso cineminha no sofá inadmissível. Nosso motel, na nossa cama bagunçada e nosso elegante restaurante e irrestível culinária era na nossa cozinha, com as nossas comidas prontas. Confesso, que aquela casinha, que aqueles momentos, nunca me trouxeram mais felicidade. Que nada se compara ao momento que tivemos com todos outros que vivi e quis voltar. Que meu sorriso não foi tão alegre nem mesmo quando eu ganhei aquela bonequinha da lojinha da Maria como foi junto aos seus. Nada foi como essa casinha e essa nossa simplicidade. E nada vai ser. Mas o que dói, é que acabou. O que dói e perceber que tudo se foi. A casinha e você. A casinha ainda permanece aqui, do jeitinho dela. Mas sem a alegria que ela tinha. Sem o alconhego perfeito que ela tinha. Sem o silêncio, por que agora tudo parece gritar cada vez mais alto no meu ouvido. Dói ver que que isso não foi saciável o bastante pra você. Dói, dói muito perceber que nossa força, que nosso amor, que nossa casinha de palha e simples não foi o suficiente para que isso fosse mais um desses livros de contos de fadas. Com o final exatamente assim “Felizes para sempre

Apenas mais uma casa, um amor e um final. Larissa R (smileworld)
6:24 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink





E então, o que aconteceu com nós? O que aconteceu com todas as coisas que eram. Os momentos que tinhamos. E as palavras que diziamos um ao outro? Te pergunto, onde foi nosso amor? Onde ele foi parar? Pra que caminho seguiu? Por que eu não o vejo mais. Não, eu não o vejo em você. Eu não sinto nem mesmo o ouço no meio de tanto barulho. Me desculpe, não sei exatamente porque, mas me desculpe por não saber o que foi que aconteceu. Se foi o tempo que destruiu as coisas como sempre destrói. Se foi as pessoas com seus olhares maldosos e palavras destruidoras que deixaram a gente chegar nesse ponto. Ou se foi eu, ou você, que erra o tempo inteiro. Mas a nunca coisa que eu sei é que mudamos. É que nossas palavras faltam e o silêncio meio que abrande todos os lugares para onde vamos e olhamos. O que me parece, é que acabou os nossos momentos. Agora, são apenas horas passando e passando esperando pra que eu se levante dessa cadeira e faça algo de inteligente. E o pior, é que eu não sei por onde começar, não sei onde puxar pra nos resgatar. Não sei pra quem gritar que nós estamos morrendo. Não sei de nada. Então por favor, se você estiver lendo isso. Esse bilhete ridículo com essa coisa mal escrita. Não pare ainda, e se souber me responde. A onde nós fomos parar?

Perdidos. Larissa R (smileworld)
6:07 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink




palavrasfrias:

É muito difícil acreditar no que você fala, sabia? No que você diz que ainda sente. No que você ainda quer fazer em relação a ‘nós’. Nem sei se ainda existe um ‘nós’ pra você. Suas palavras me dizem o que eu quero ouvir, mas as suas ações só tem me feito mal. Suas escolhas tem ferido meu coração de uma maneira que eu não consigo explicar. É uma mistura de decepção com surpresa. É uma angustia que amarga minha boca. É um frio que congela aqui dentro do meu peito. Eu só não entendo o porque disso justamente agora. As coisas estavam indo tão bem. Parecia que finalmente ia dar tudo certo. Eu achei que finalmente tinha chegado a minha hora de ser feliz de verdade. Eu esperava que fosse você a pessoa com que eu faria meus planos futuros. Achei que eu significasse pra você tanto quanto você significa pra mim. Pensei que também seria fácil pra você abrir mão de algumas coisas, de alguns momentos. Só que, apesar de tudo, o que eu sempre lhe disse eu repito agora: quero que você seja muito feliz. Seja comigo do seu lado, ou não. Eu posso fazer parte de todos os seus momentos, assim como posso não ser mais nada pra você. Posso estar do seu lado para acompanhar seus sorrisos, para secar suas lágrimas, para aquecer seu frio com um abraço, para acalentar sua solidão com um beijo, para segurar suas mãos quando você estiver com medo; mas também posso ser simplesmente um nome no seu passo. Não é um escolha fácil, eu sei, mas é uma escolha muito simples. Se eu devo ficar, ou se eu devo sair, você precisa me dizer. Seja como for, eu vou aceitar. Mas esse meio-termo, essa dúvida, não tem feito bem pra mim, e acho que  pra você também não. Não quero apressar as coisas, mas não quero mais perder tempo. Não quero que fique comigo por pressão, nem por obrigação. Se for pra haver acontecer alguma coisa, que seja por amor. Simples assim. (Palavras ◆ Frias)

palavrasfrias:

É muito difícil acreditar no que você fala, sabia? No que você diz que ainda sente. No que você ainda quer fazer em relação a ‘nós’. Nem sei se ainda existe um ‘nós’ pra você. Suas palavras me dizem o que eu quero ouvir, mas as suas ações só tem me feito mal. Suas escolhas tem ferido meu coração de uma maneira que eu não consigo explicar. É uma mistura de decepção com surpresa. É uma angustia que amarga minha boca. É um frio que congela aqui dentro do meu peito. Eu só não entendo o porque disso justamente agora. As coisas estavam indo tão bem. Parecia que finalmente ia dar tudo certo. Eu achei que finalmente tinha chegado a minha hora de ser feliz de verdade. Eu esperava que fosse você a pessoa com que eu faria meus planos futuros. Achei que eu significasse pra você tanto quanto você significa pra mim. Pensei que também seria fácil pra você abrir mão de algumas coisas, de alguns momentos. Só que, apesar de tudo, o que eu sempre lhe disse eu repito agora: quero que você seja muito feliz. Seja comigo do seu lado, ou não. Eu posso fazer parte de todos os seus momentos, assim como posso não ser mais nada pra você. Posso estar do seu lado para acompanhar seus sorrisos, para secar suas lágrimas, para aquecer seu frio com um abraço, para acalentar sua solidão com um beijo, para segurar suas mãos quando você estiver com medo; mas também posso ser simplesmente um nome no seu passo. Não é um escolha fácil, eu sei, mas é uma escolha muito simples. Se eu devo ficar, ou se eu devo sair, você precisa me dizer. Seja como for, eu vou aceitar. Mas esse meio-termo, essa dúvida, não tem feito bem pra mim, e acho que  pra você também não. Não quero apressar as coisas, mas não quero mais perder tempo. Não quero que fique comigo por pressão, nem por obrigação. Se for pra haver acontecer alguma coisa, que seja por amor. Simples assim. (Palavras ◆ Frias)

5:49 pm, reblogged by sorrowsarelooking
permalink